Images of the dry season fires in the Brazilian Amazon has generated massive media coverage and raised social consciousness about the existential challenges we face if rainforests continue to perish. They are vital to life on earth cleaning the air, circulating freshwater, storing carbon and providing livelihoods for more than a billion people.  The latest reports from the Intergovernmental Panel on Climate Change emphasises that there is no pathway to keep temperature under 1.5 degrees Celsius without halting deforestation. 

Yet even as scientists continue to reveal their true value, forests keep vanishing. In 2017 we lost 18 million acres of primary forest the size of Panama; 2018 erased another area the size of Belgium. We know more than 40% of deforestation globally is the result of expanding agriculture to produce commodities such as soybeans, cattle, palm oil, rubber and cocoa. Commodities that are then turned into products that consumers around the world enjoy from ice cream, to roast chicken to shampoo. 

Many of the world’s largest companies have made long term goals to eliminate deforestation from their supply chains. As we near the end of our original commitments, we now understand better the drivers of deforestation and the challenges faced. Building on our collective learnings, we remain committed to a forest-positive future. We see an increasing interest and awareness in sustainability issues and a demand for greater transparency and environmental action from consumers around the world in markets from Buenos Aires to Boston, Berlin to Beijing, and we will play our part.  

Reducing deforestation in supply chains is an imperative that must become the norm in global trade. It is essential for governments, private sector and civil society to work together to deliver more transformational change. The Soy Moratorium is a stand out example from Brazil and the more recent Palm Oil Moratorium in Indonesia is also delivering promising results.  In both cases agricultural production has gone up while deforestation has come down. 

Still global trade is anchored by local roots. To move forward, we recognise there needs to be far greater involvement and engagement of those at the foundation of the global supply chain: farmers and producers. There is no solution without them. 

We welcome and support the statement of the Brazilian Coalition for Climate, Forests & Agriculture and the Brazilian Business Council for Sustainable Development. We are committed to working with responsible Brazilian companies to grow production without deforestation and to stamp out illegality.  No multinational business can risk having illegal products in their supply chains. We would also encourage Brazil to not cede its position as both a leading agricultural exporter and a great environmental steward.  

As global businesses we call for deeper partnership. Collective action is hard, but possible: responsive governments must work closely with conscientious businesses and pragmatic civil society partners to address the underlying causes and complex challenges of deforestation. 

We believe there is a real value in the multi-stakeholder platforms that enable the different actors to come together to understand different perspectives and the trade-offs associated with alternative pathways.  

In September, world leaders will meet in New York for the UN Secretary General’s Climate Summit. As business leaders we will attend to push for deeper systemic and transformational change. Fires from the Amazon to the Congo Basin to South East Asia will still be burning. The transition to more sustainable forest, food and land use systems represents an enormous opportunity that no country can afford to ignore or can do alone.  

Brazil itself has shown over more than a decade that economic growth does not need to come at the expense of the forest, and it can continue to grow and develop its exports for agricultural commodities.   

Of course, actions speak louder than words and we’re all in this together with a shared objective. Our business communities are committed to playing our part and call on supply chain actors, governments, civil society, and the financial sector to summon the collective will needed to balance the needs of people and planet. 

 
Signatories:

Peter Freedman, Managing Director – The Consumer Good Forum (CGF)
Justin Adams, Executive Director - Tropical Forest Alliance (TFA)
Peter Bakker, President and CEO - World Business Council for Sustainable Development (WBCSD)
Nigel Topping, CEO - We Mean Business (WMB)
Halla Tómasdóttir, CEO - The B Team 


 

Setor privado global pede por parcerias mais sólidas em prol das florestas
 
 
As imagens dos incêndios na estação seca da Amazônia brasileira geraram uma cobertura maciça da mídia e aumentaram a consciência social sobre os desafios existenciais que enfrentamos à medida que as florestas tropicais desaparecem. Elas são vitais para a vida na terra, limpando o ar, circulando água doce, armazenando carbono e fornecendo meios de subsistência para mais de um bilhão de pessoas. Os últimos relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas enfatizam que não há maneira de manter a temperatura abaixo de 1,5 graus Celsius sem que o desmatamento seja interrompido.
 
No entanto, apesar de os cientistas continuarem revelando seu verdadeiro valor, as florestas seguem desaparecendo. Em 2017, perdemos 18 milhões de acres de floresta primária, equivalente ao tamanho do Panamá; em 2018 perdemos mais uma área do tamanho da Bélgica. Sabemos que mais de 40% do desmatamento ao redor do mundo é resultado da expansão agrícola, para produzir commodities como soja, gado, óleo de palma, borracha e cacau. Commodities que posteriormente são transformadas em produtos que os consumidores de todo o mundo desfrutam, como sorvete, frango assado e xampu.
 
Muitas das empresas líderes do mundo já estabeleceram metas de longo prazo para eliminar o desmatamento de suas cadeias de suprimentos. Estamos nos aproximando do prazo final de nossos compromissos originais, e agora entendemos melhor os motores do desmatamento e os desafios enfrentados. Com base em nossos aprendizados coletivos, continuamos comprometidos com um futuro positivo para as nossas relações com as florestas. Vemos interesse e conscientização crescentes sobre questões de sustentabilidade e demanda por maior transparência e ação ambiental por parte dos consumidores globais, em mercados que vão de Buenos Aires a Boston, Berlim e Pequim, e faremos nossa parte.
 
Reduzir o desmatamento nas cadeias de suprimentos é um imperativo que precisa se tornar a norma no comércio global. É essencial que governos, setor privado e sociedade civil trabalhem juntos para proporcionar mudanças transformacionais mais abrangentes. A Moratória da Soja é um exemplo de destaque no Brasil e a mais recente Moratória do Óleo de Palma na Indonésia também está apresentando resultados promissores. Nos dois casos, a produção agrícola aumentou enquanto o desmatamento diminuiu.
 
No entanto, o comércio global é ancorado em raízes locais. Para avançar, reconhecemos que é preciso haver um envolvimento e engajamento muito maior daqueles que estão na base da cadeia de suprimentos global: agricultores e produtores. Não há solução sem a participação destes atores.
 
Saudamos e apoiamos a declaração da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura e do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável. Temos o compromisso de trabalhar com empresas brasileiras responsáveis ​​para aumentar a produção livre de desmatamento e eliminar a ilegalidade. Nenhuma empresa multinacional pode se arriscar a ter produtos ilegais em suas cadeias de suprimentos. Também encorajamos o Brasil a não ceder sua posição como um exportador agrícola líder e um grande gestor ambiental.
 
Como empresas globais, pedimos uma parceria mais abrangente. A ação coletiva é difícil, mas possível: os governos devem trabalhar em estreita colaboração com empresas conscientes e parceiros da sociedade civil para abordar as causas subjacentes e os desafios complexos do desmatamento.
 
Acreditamos que existe um valor real nas plataformas que reúnem múltiplos atores interessados, permitindo que diferentes setores e dimensões se unam para entender diferentes perspectivas e os compromissos associados a abordagens alternativos.
 
Em setembro, os líderes mundiais se reunirão em Nova York para a Cúpula do Clima convocada pelo Secretário-Geral da ONU. Como líderes empresariais, participaremos com o objetivo de incentivar mudanças sistêmicas e transformacionais mais profundas. Os incêndios que se estendem da Amazônia à Bacia do Congo e ao Sudeste Asiático ainda estarão queimando. A transição para sistemas mais sustentáveis de uso das florestas, terras e produção de alimentos representa uma enorme oportunidade que nenhum país pode ignorar ou explorar de forma isolada.
 
O próprio Brasil vem demonstrando há mais de uma década que o crescimento econômico não precisa ocorrer às custas da floresta, e pode continuar crescendo e desenvolvendo suas exportações de commodities agrícolas sem desmatamento.
 
Obviamente, as ações falam mais alto que as palavras e estamos todos juntos nesta jornada, compartilhando o mesmo objetivo. Nossas comunidades empresariais estão comprometidas em desempenhar seu papel e pedem que os atores da cadeia de suprimentos, governos, sociedade civil e setor financeiro reúnam a vontade coletiva necessária para equilibrar as necessidades das pessoas e do planeta.
 
 
Signatários
 
Peter Freedman, Managing Director – The Consumer Good Forum (CGF)
Justin Adams, Executive Director - Tropical Forest Alliance (TFA)
Peter Bakker, President and CEO - World Business Council for Sustainable Development (WBCSD)
Nigel Topping, CEO - We Mean Business (WMB)
Halla Tómasdóttir, CEO - The B Team 


Michael Lamb

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Fabíola Zerbini

Diretora regional do TFA para América Latina

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